Xelsia

Ainda lembro quando aqui chegaste
Pequenina e pêlos branco e preto.
Uma toquinho de menina.
De olhos úmidos e choro mansinho
Guardiã incansável e atento
Uma brava lutadora que nunca se entrega
E a doce companheira de todas as horas
no seu manhoso gemido
Mas o nunca um dia chega
E deixa nossos sonhos vazios e o coração apertado
O pesadelo na tormenta que se anuncia
E o teu brilho se converte em cinza
Estirado no chão em muda entrega
tristes olhos inertes que jamais esquecerei
E quase sem querer ganhas a liberdade
Deixando em meu rosto uma tristeza imensa,
Uma saudade sem igual
E a morte leva a quem gostamos
Para correr eternamente a céu aberto
Pastoreando nuvens desgarradas
Mas na certeza que um se encontraremos!
Para ser de novo na eternidade Você e eu.
Te amamos muito XELSINHA!
ANA , CIDE e BRUNNINHO