Nina Pellegrini

Nininha,
Que saudades!!!
Bolinha de pelo, com os olhos em direções divergentes, dentes sempre fora da boca, patinhas cor de chiclete ping pong e cheiro…. não de tutti frutti.
Nina, nossa querida lhasa, nos deixou cedo. E com direito a medalha por bravura.
Superou o episódio do conflito do maxilar quebrado e em seguida morreu em sacrifício.
Gostava de pipoca e de tudo mais que fosse comestível, ou não.
Inteligente, obediente, compreensiva, observadora e muito feliz.
Um ano de convívio em que aprendemos a admirar essa raça.
Sombrinha da mamãe, companheira fiel, mordedora de pé e conhecedora dos horários da casa. Principalmente do horário do almoço. Ficava de pé qdo queria comer, conversava durante as refeições. Atenta, protetora do nosso lar.
Gostava de passear, estava se acostumando a andar de carro. Era a querida do seu Veterinário.
Despediu´se inesperadamente, quando um Rottweiler solto na rua entrou em nossa garagem e a atacou…. quem era o dono desse cão? Despediu´se protegendo o papai.
Obrigado, Nininha. Faleceu em meus braços com uma última mordidinha de desespero em minhas mãos. Naquele momento, não era mais o seu algoz, Nina, era eu, por quem você se sacrificou.
Foi um privilégio poder conhecer mais essa maravilhosa criação de Deus, que é só Amor. Ainda encontramos, vez por outra, um pelinho seu pela casa, seu cobertor ainda tem seu ´cheirinho´. Que saudades….Valeu, Nina!
Está fazendo muita falta!
Amamos você além da conta!
Papai, Mamãe e Léo