Kitty

Hoje o mundo ficou mais triste.
Pelo menos o meu e o da minha querida Araci.
Subiu aos céus, para a alegria dos que lá estão, em especial os seus companheiros Negrinho e Luck, nossa pinscher Kitty, de sobrenome Naico Rosa, mais Naico do que Rosa em virtude da Araci ter sido escolhida, e muito bem, como a sua “dona”.
Como disse meu filho mais velho esta semana, eu e a Araci não sabemos criar “bichos”, pois para nós os amigos de 4 patas não são “bichos”: somente amigos, independentemente do número de patas ou membros.
Desfez-se hoje o último elo da tríade terrena Negrinho/Luck/Kitty, que tantas alegrias nos deu, tanto amor nos transmitiu e, tal qual as efemérides, voaram cedo, muito cedo.
Os três cumpriram exatamente a mesma rotina: nasceram, vieram, nos alegraram, nos deram amor, receberam-no também, foram cuidados e tratados pela “tia” Pâmela, incansável Dra Médica Veterinária que hoje é já da nossa família, adoeceram e partiram numa nuvem diretamente aos braços de DEUS PAI.
Nos deixaram mas continuam conosco, em nossas lembranças e nos nossos corações.
Que hoje se complete a tríade etérea que começou com Negrinho em 2006, teve a companhia de Luck em 2015 e agora a Kitty.
Só posso agradecer a DEUS a dádiva que ELE nos concedeu em permitir que convivêssemos, mesmo que por um breve tempo, com esses seres que DELE são.
Nos deu por empréstimo, como se nosso fosse, mas requereu a devolução, talvez por não conseguir continuar a sua vida eterna sem seus prediletos.
Senhora dos mil nomes, pois além de Kitty era a Ripilica, a Lilica, a Dona Baratinha e outros apelidos que foi recebendo com o tempo: muito obrigado por encher de alegria as nossas vidas por longos e curtos 12 anos.
Tomara que no céu onde você foi morar tenha muitas motos para você latir e uma profusão de pizzas, palavra que era a tua paixão.
Como dói.
Dor doída.
Até já, meus amores.